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QUEM SE IMPORTA COM TAIWAN? NOVAS PERSPECTIVAS

Este artigo faz uma análise geopolítica e histórica da relação entre a República Popular da China e a República da China (Taiwan), buscando refletir a respeito de uma série de eventos e documentos importantes e o que eles representam: desde a revolução de Hsinhai (1911) que depôs a última dinastia chinesa, Qing, liderada por Sun Yat-Sen, que funda a República da China até a fuga e o exílio do Partido Nacionalista Chinês em Taiwan (Kuomintang), bem como o que esse exílio representou para a ilha. Também se busca discorrer sobre as crises armamentistas e diplomáticas entre esses atores e o papel dos Estados Unidos (EUA) na região. No texto são levantadas questões que buscam respostas para entender o desenvolvimento do conflito e quais seriam as consequências da independência de jure de Taiwan ou a sua anexação total ao território chinês. São abordados, também, no texto a interpretação da política de "uma China, dois sistemas" e seu impacto na organização política chinesa. Também como a ilha de Taiwan pode ser entendida como o grande ponto de choque, pois é onde os interesses de expansão de influência das duas maiores potências mundiais da atualidade (EUA e China) se encontram. Ou como uma base estratégica militar fundamental um Unsinkable Aircraft, que tem poder de remodelar o status quo da região, e do mundo, dependendo de como a relação possa evoluir.

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QUEM SE IMPORTA COM TAIWAN? NOVAS PERSPECTIVAS

  • DOI: 10.22533/at.ed.8402110025

  • Palavras-chave: Taiwan; China; Relações Interestreito; pontos pivotais; Independência taiwanesa; Identidades.

  • Keywords: Taiwan; China; relações interestreito; uma China, dois sistemas; Independência taiwanesa.

  • Abstract:

    Este artigo[1] faz uma análise geopolítica da relação entre a República Popular da China e a República da China (Taiwan), buscando refletir a respeito de uma série de eventos e documentos importantes e o que eles representam: desde a revolução de Hsinhai (1911) que depôs a última dinastia chinesa, Qing, liderada por Sun Yat-Sen, que funda a República da China até a fuga e o exílio do Partido Nacionalista Chinês em Taiwan (Kuomintang), bem como o que esse exílio representou para a ilha. Também se busca discorrer sobre as crises armamentistas e diplomáticas entre esses atores e o papel dos Estados Unidos (EUA) na região. No texto são levantadas questões que buscam respostas para entender o desenvolvimento do conflito e quais seriam as consequências da independência de jure de Taiwan ou a sua anexação total ao território chinês. São abordados, também, no texto a interpretação da política de "uma China, dois sistemas" e seu impacto na organização política chinesa. Também como a ilha de Taiwan pode ser entendida como o grande ponto de choque, pois é onde os interesses de expansão de influência das duas maiores potências mundiais da atualidade (EUA e China) se encontram. Ou como uma base estratégica militar fundamental um Unsinkable Aircraft, que tem poder de remodelar o status quo da região, e do mundo, dependendo de como a relação possa evoluir.


     
    [1] Trabalho apresentado como comunicação em evento científico denominado III Seminário de Relações Internacionais da Faculdade ASCES com o tema “As Fronteiras do Mundo: Muros Visíveis e Invisíveis nas Relações Internacionais”. Em Caruaru, no ano de 2015, com os mesmos autores, sob o título: “Quem se Importa com Taiwan?” Disponível em: http://repositorio.asces.edu.br/handle/123456789/191. A sua reapresentação agora em forma de capítulo de livro é por que ele foi selecionado para fazer parte dessa coleção (convite recebido) e leva em conta o fato de ter uma nova forma de publicização para ter o alcance que se faz necessário para o tema em questão. Todavia o alerta aqui presente é para que o leitor saiba que ele existe em um outro formato original.

     

  • Número de páginas: 15

  • Vinicius Azevedo
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