Formação, Prática e Pesquisa em Educação 2

Pensar a formação docente, as práticas pedagógicas e a pesquisa em educação
emergem como tema central da Coletânea “Formação, Práticas e Pesquisa em
Educação”, apresentada em três volumes. O volume dois, aqui exposto, destacou,
sobretudo, capítulos que versam sobre o eixo práticas educativas. No volume um se
destacam as formações pedagógicas e no volume três predomina o eixo pesquisas
em educação.
Convidamos a todos a conhecerem os artigos enviados para o portfólio:
No capítulo “GER: Grupo de Estudos em Robótica, multiplicando conhecimentos
nas escolas estaduais de Porto Alegre”, Mara Rosane Noble Tavares, Ana Elisabeth
Bohm Agostini e Luís Arnaldo Rigo, apresentam uma experiência pedagógica,
oferecendo elementos para a compreensão, resolução de problemas e produção de
objetos tangíveis, representativos da aprendizagem, como no caso específico, os
robôs. Já a Maria de Lourdes da Silva com o capítulo intitulado “práticas educativas
sobre medicamentos, álcool e outras drogas nos materiais paradidáticos” tem por
objetivo analisar o material didático e paradidático produzido para o ensino básico
nas últimas décadas no Brasil para observar a tipologia de questionamentos e
problematizações contempladas neste material.
Em “Avaliação diagnóstica em escolas Indígenas: a aprendizagem da escrita
em língua Kaingang nos anos iniciais do Ensino Fundamental”, Maria Christine
Berdusco Menezes, Maria Simone Jacomini Novak e Rosangela Celia Faustino,
relatam a avaliação diagnóstica na Educação Escolar Indígena como elemento
que propicia ao professor, o acompanhamento permanente e a intensificação das
estratégias interculturais de ensino, potencializando a aprendizagem escolar de
crianças indígenas. Por sua vez, Hans Gert Rottmann, com trabalho “Educação
Física: repensando as práticas pedagógicas em torno do esporte”, buscando analisar
questões que tratam sobre o desenvolvimento do esporte nas aulas de educação
física, e propor práticas pedagógicas e ações que possam estar vinculadas ao
processo formativo e educacional dos alunos.
No artigo “e se a compreensão habitar as nossas responsabilidades? Escritas
sobre auto-ética e escola em tempos de crise”, de Alan Willian de Jesus, questiona
os sentidos e significados da noção ética de responsabilidade temos experienciado
na escola atual em meio as normalizações, direitos humanos e a autonomia relativa
que estamos imersos.
O capítulo “Inclusão: currículo e práticas pedagógicas”, de autoria de Maria
Auxileide da Silva Oliveira e José Jailson de Almeida Júnior, abordam as proposições
de uma educação para a diversidade, em uma perspectiva de um currículo e suas
práticas pedagógicas voltado para o pós-estruturalismo. Já Larissa da Rocha Silva,
Marcos Vinicius dos Santos Porto, Ana Leticia de Oliveira e Fagner Maciel de Moraes,
com o capítulo intitulado “Jogo 2D evolução do planeta Terra”, apresentam um jogo como objeto de aprendizagem, onde permite ao usuário jogar de acordo com o
período, permitindo aprender de forma intuitiva o processo de evolução do Planeta
Terra.
Já o “ensino de teatro e reinvenções da realidade: notas sobre experiência
estética, docência e desenvolvimento humano”, Everton Ribeiro e José Francisco
Quaresma Soares da Silva, discutem a vivência e o ensino de teatro na condição de
experiência, relatando e fundamentando práticas voltadas para a indissociabilidade
entre ensino, pesquisa e extensão no âmbito do Instituto Federal do Paraná, enquanto
Kelly Cristina Pádua Bruzegueze Miguel e Evani Andreatta Amaral Camargo, com o
trabalho “sala de recuperação intensiva: o processo de alfabetização e as implicações
da prática avaliativa”, que objetiva-se analisar as relações que possibilitam a
apropriação da língua escrita de crianças do 3º ano do Ensino Fundamental de
uma sala de recuperação intensiva, que apresentam dificuldades no processo de
alfabetização, levando-se em conta as interações com a professora e com os pares,
bem como o papel da avaliação nesse processo.
No capítulo “Discutindo o ensino de números complexos com professores e
estudantes de matemática”, Cassiano Scott Puhl, Isolda Gianni de Lima e Laurete
Zanol Sauer, apresentam uma estratégia didática aplicada a professores e estudantes
de Matemática, com o objetivo de propiciar a aprendizagem significativa de números
complexos, por meio de um objeto virtual de aprendizagem. Já Carine Aparecida Souza
Bastos e Fábio Fernandes Flores apresentam uma discussão sobre “Universidade
Aberta à Terceira Idade: um relato de experiência”, em que objetiva-se descrever
ações realizadas no programa e suas repercussões na formação acadêmica da autora,
durante o período de monitoria, além de delinear as contribuições da Universidade
Aberta à Terceira Idade (UATI) na vida de seus integrantes.
No texto “infância e cidade: considerações sobre o brincar”, Elis Beatriz de
Lima Falcão, Lorrana Neves Nobre e Nayara Santos Firmino, apresentam algumas
reflexões acerca do brincar na contemporaneidade e suas relações com a infância
e a cidade. Já no capítulo “desenho e escrita como instrumentos de avaliação na
experimentação investigativa em um clube de Ciências”, Carlos Jose Trindade da
Rocha, João Manoel da Silva Malheiro e Odete Pacubi Baierl Teixeira, fazem uma
análise do uso da escrita e desenho infantil como instrumento de avaliação do
conhecimento científico desenvolvidos em uma Sequência de Ensino Investigativo
(SEI), tendo como campo empírico um Clube de Ciências envolvendo trinta crianças
do 5º e 6º ano com vulnerabilidade social.
Jamila Nascimento Pontes e Rafaela da Silva de Lima em “o ensino de Arte no
Acre desafios e conquistas”, abordam as diferentes relações, conexões e espaços
em que o ensino de Artes se efetiva, sobre tudo no estado do Acre, pois mesmo
com a obrigatoriedade da disciplina e oferta de cursos de formação de professores,
este ensino ainda está à margem, uma vez que é ministrado por professores sem
graduação específica e em espaços inadequados. Em “a Geografia na Educação de Jovens e Adultos: estudo de caso em uma escola da zona leste de Manaus (AM)”,
Jaqueline do Espírito Santo Soares dos Santos e Márcio Silveira Nascimento, buscam
compreender os critérios e os recursos utilizados na Geografia para a Educação de
Jovens e Adultos e verificar as possíveis formas de avaliação para esse público com
o intuito de aproximar suas experiências ao ensino de Geografia.
Em “prática do trabalho interdisciplinar na área de Ciências da Natureza e
Matemática na Escola Municipal Nova Canaã, Jacundá-Pará”, Glaucia de Sousa
Moreno e Fabrício Araújo Costa, discutem o trabalho pedagógico em escolas do
campo a partir de uma perspectiva interdisciplinar, pautada nos princípios pedagógicos
freirianos com o intuito de possibilitar reflexões, mudanças pedagógicas, didáticas e
curriculares na Escola Municipal Nova Canaã. Já Tania Chalhub, Ricardo Janoario e
Gabriel Oliveira da Silva, apresentam materiais didáticos em Libras para a educação
de surdos, através do Repositório Digital Huet, que contém textos, vídeos, imagens,
simulações, animações, produzidos pela instituição e por outras instituições que
trabalham com a temática educação de surdos, no capítulo “repositório de objetos
digitais e a práxis pedagógica com alunos surdos”.
Em “tema água em espaços não formais: possibilidades de aprendizagem
em Ciências”, Priscila Eduarda D. Morhy, Augusto Fachín Terán e Ana Paula Melo
Fonseca, abordam o tema água em espaços não formais como possibilidade de
aprendizagem em Ciências, visto que é um recurso natural que tem impacto direto na
qualidade e bem-estar do meio ambiente e da vida no planeta Terra. Assim, descrevem
as possibilidades de trabalhar o tema água em Espaços Não Formais. O capítulo “a
práxis docente e sua importância na elaboração de práticas pedagógicas no ensino da
Matemática de forma interdisciplinar”, com autoria de Teane Frota Ribeiro, demonstra
as estratégias de aprendizagem, inserindo a matemática de forma interdisciplinar,
através de um projeto desenvolvido, de modo a contribuir com resultados positivos no
processo de ensino e aprendizagem dos alunos.
Mariana de Oliveira Wayhs, Enedina Maria Teixeira da Silva, Fernanda Bertollo
Costa e Diego Eduardo Dill, no capítulo “Inatecsocial: a assessoria de comunicação em
outra perspectiva” focalizam em uma socialização da tríade comunicação, educação
e cidadania, para o fazer do Assessor de Comunicação, que traz novas dimensões
para a amplitude e importância do seu papel. No texto “revisão sistemática sobre
Sala de Aula Invertida na produção científica indexada ao scopus nos anos de 2016 e
2017”, com autoria de Ernane Rosa Martins e Luís Manuel Borges Gouveia, identificar
e caracterizar, por meio de uma revisão sistêmica de literatura, os estudos sobre Sala
de Aula Invertida indexados ao Scopus nos anos 2016 e 2017.
No texto “a pesquisa sobre práticas metodológicas inovadoras: base à educação
inclusiva”, Maria Aparecida Santana Camargo, Rosane Rodrigues Felix e Ieda
Márcia Donati Linck, defendem a ideia de que é fundamental pesquisar a respeito de
propostas metodológicas inovadoras para poder melhorar os índices educacionais existentes no país, em especial na Educação de Jovens e Adultos. Em a “educação em saúde sob a ótica do enfermeiro”, Halana Batistel Barbosa,
Marta Angélica Iossi Silva e Franciele Foschiera Camboin, buscaram compreender a
percepção de enfermeiros acerca da educação em saúde na atenção básica por meio
de um estudo exploratório e qualitativo, do qual participaram 19 enfermeiros, enquanto,
Débora da Silva Cardoso e Elcie Salzano Masini, pelo artigo intitulado “aprendizagem
significativa na Educação Infantil: o corpo em movimento”, abordam a percepção desde
a primeira infância como pressuposto essencial para a aprendizagem significativa da
criança no processo de aprendizagem, com passagens de uma experiência vivida
em uma escola de educação infantil e a construção de aprendizagens ocorridas em
vivências entre professores e alunos.
Maria Aparecida Ferreira de Paiva, Andréia Maria de Oliveira Teixeira, Márcia
Regina Corrêa Negrim e Andréa Rizzo dos Santos, autores do capítulo “avaliação
escolar dos alunos público alvo da Educação Especial nos anos iniciais do Ensino
Fundamental”, trazem reflexões acerca das concepções envolvidas no processo de
escolarização dos alunos público alvo da Educação Especial (PAEE) e de como a
avaliação ocorre nas salas de aula, suscitando direcionamentos pedagogicamente
possíveis e atrelados à concretização de práticas mediadoras inclusivas e significativas
para todos os envolvidos neste processo. Já o capítulo “Educação Especial nas
escolas do campo em um município de Mato Grosso do Sul”, com autoria de Rosa
Alessandra Rodrigues Corrêa e Andressa Santos Rebelo, apresentam dados
qualitativos e quantitativos para caracterizar alguns aspectos da educação especial
do campo no município de Corumbá, Mato Grosso do Sul.
Em “a criação de vínculos à mobilização social a partir da práxis comunicativa
e educacional”, Fabiane da Silva Veríssimo, Ieda Márcia Donati Linck e Rosane
Rodrigues Felix, apresentam a importância da comunicação à educação em projetos
de mobilização social, além de descrever o modo com que estratégias de comunicação
adotadas em um projeto de pesquisa participante contribuíram para a adesão dos
participantes do estudo intitulado ‘Mulheres em situação de violência: práticas dos
profissionais em Estratégia Saúde da Família’. João Paulo Vicente da Silva, autor
do texto “Educação Física adaptada: um relato sobre a proposta de intervenção
pedagógica para alunos com Paralisia Cerebral”, descreve as contribuições sobre a
intervenção pedagógica nas aulas de educação física adaptada, realizada com dois
estudantes com idade de 14 e 15 anos, ambos diagnosticados com paralisia cerebral
e matriculados na rede municipal de educação de Extremoz-RN.
Já no capítulo “a experimentação nos anos iniciais do Ensino Fundamental:
percepções de professores que ensinam Ciências”, Antonia Ediele de Freitas Coelho
e João Manoel da Silva Malheiro investigaram a concepção de experimentação
segundo a percepção de cinco professoras de Ciências dos anos iniciais do Ensino
Fundamental de uma escola pública de Castanhal-PA. Angela Pereira de Novais
Rodrigues e Lilian Giacomini Cruz, autoras do capítulo “a pedagogia histórico-crítica
no ensino de Ciências: uma proposta didática para auxiliar no desenvolvimento do tema ‘ser humano e saúde’”, apresentaram uma proposta didática para trabalhar o
tema “Ser Humano e Saúde”, enfatizando a Sexualidade e as Infecções Sexualmente
Transmissíveis (ISTs), realizada com alunos do oitavo ano do Ensino Fundamental,
em uma escola pública estadual do município de Ivinhema – MS.
O texto “Ferramenta web educacional para metodologia de aprendizagem
baseada em problemas”, de Filipe Costa Batista Boy, Letícia Silva Garcia e Luís
Fernando Fortes Garcia, elaboraram uma revisão de literatura sobre Aprendizagem
Baseada em Problemas e pelo desenvolvimento de uma ferramenta web educacional
que auxilie o professor na aplicação dessa metodologia em sala de aula. Já em “a
dança das borboletas: uma experiência de criação de sentidos na Educação Infantil”,
Ana Catharina Urbano Martins de Sousa Bagolan, Sára Maria Pinheiro Peixoto e
Uiliete Márcia Silva de Mendonça Pereira, desenvolveram sequências didáticas na
Educação Infantil para ampliar o repertório de comunicação e expressão cultural
das crianças; criar movimentos a partir de observações do voo da borboleta e emitir
impressões, sentimentos, conhecimentos sobre a dança.
Kleonara Santos Oliveira, André Lima Coelho, Fausta Porto Couto, Ricardo
Franklin de Freitas Mussi, Naiara do Prado Souza, Aparecida de Fátima Castro Brito
e Vera Lúcia Rodrigues Fernandes, autores de “jogos digitais na escola regular:
desafios e possibilidades para a prática docente”, apresentaram reflexões, a partir
das produções acadêmicas acerca dos jogos digitais, quais as possibilidades e
desafios para a prática do professor, enquanto instrumento de ensino e aprendizagem
no contexto escolar, a partir de uma revisão integrativa da literatura, seguindo uma
abordagem qualitativa. O capítulo “a utilização de jogos matemáticos na turma do 5º
ano da Escola Municipal Carlos Raimundo Rodrigues no município de Boa Vista”,
Elizania de Souza Campos, Sandorlene Oliveira da Cruz, Maria do Carmo dos Santos
Teixeira, Rute Costa Lima e Edgar Wallace de Andrade Valente, em que apresentam
importância da utilização de jogos matemáticos em sala de aula e, em outro momento,
a aplicação de uma atividade (jogo) em uma turma de 5º ano da Escola Municipal e
alunos monitores do Ensino Médio.
Ana Carolina Fernandes Gonçalves, autora do capítulo “o ‘jogo da democracia’:
transformando a aula em uma experiência”, é o resultado da aplicação de uma
ferramenta pedagógica elaborada para criar uma situação de aprendizagem
colaborativa e dinâmica do debate como um gênero textual. Com esse intuito, foi
desenvolvido um jogo de simulação, fundamentado na dinâmica da democracia de
consenso, no qual os participantes precisavam resolver uma situação-problema de
caráter econômico, social ou cultural, semelhantes às enfrentadas pelos jovens em
sua vida real. Já o texto “a abordagem dos poliedros platônicos nos livros didáticos:
uma análise sobre sua potencialidade significativa”, com autoria de Nádja Dornelas
Albuquerque, Maria Aparecida da Silva Rufino e José Roberto da Silva, analisaram
a potencialidade significativa dos livros didáticos do 6º e/ou 7º ano do Ensino
Fundamental, no que se refere a contextualização e informação do tema poliedros platônicos.
Em “o Ensino da Bioquímica através da composição musical”, Gabriel Soares
Pereira visa a elucidação de uma intervenção pedagógica realizada a fim de
potencializar a depreensão dos saberes acerca da bioquímica. Já Almir Tavares da
Silva, autor de “leitura, pesquisa e encenação: a literatura dramática e seu contexto
histórico na sala de aula”, ao desenvolver um trabalho que envolveu a leitura, pesquisa,
contextualização histórica de peças teatrais e encenação com os alunos do 1º ano do
Ensino Médio, cujo objetivo foi conhecer a vida e obra dos dramaturgos brasileiros
e relacionar os conflitos das personagens com o contexto histórico que o Brasil viveu
no século XX.
O texto “a química da água: caso lago da Perucaba”, Fabiana dos Santos
Silva, Milka Bruna Santos da Silva, Wanessa Padilha Barbosa Nunes e Silvia Helena
Cardoso, apresentam os resultados de uma atividade investigativa tendo como foco
a educação ambiental e o ensino de química, para isso foi realizada a análise de
alguns parâmetros físico-químicos na água do Lago da Perucaba, localizado na
região agreste do estado de Alagoas, para a obtenção de um diagnóstico prévio da
qualidade da água, tendo a finalidade de verificar se estes estão de acordo com
os padrões estabelecidos pelo CONAMA. Já no artigo “o Pequeno Príncipe em um
planeta de múltiplas linguagens”, de Gabriela Huth, Elisandra Dambros e Márcia
Rejane Scherer, relatam um projeto desenvolvido por professoras da rede municipal
de uma escola urbana de Ijuí, RS, além de trazerem reflexões sobre os desafios
e possibilidades presentes na atuação cotidiana destas professoras que, em seu
fazer pedagógico, preocupam-se em tornar significativos às crianças os conceitos e
conteúdos trabalhados com este grupo dos Anos Iniciais.
O livro do Volume 2 conta com inúmeras práticas educativas na educação infantil,
ensino fundamental e médio, além do ensino superior, com relevantes contribuições
para a Coletânea “Formação, Práticas e Pesquisa em Educação”. Esse volume ajuda
a demonstrar a diversidade de atividades desenvolvidas no nosso país que contribuem
para facilitar o processo de ensino-aprendizagem, fazendo-nos refletir sobre nossas
práticas educacionais.
Desejamos uma ótima leitura!
Prof. Mestre Maurício Rizzatti

Formação, Prática e Pesquisa em Educação 2

DOI: 10.22533/at.ed.914190309

ISBN: 978-85-7247-591-4

Palavras chave: 1. Educação – Pesquisa – Brasil. 2. Professores – Formação – Brasil.

Ano: 2019

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